|
|

- Doente do Pé VII – 07/03/2010
Doente do Pé VII
A festa de carnaval retardatária da Se Rasgum será dia 6 de março, no Café com Arte, o lugar onde tudo começou, com as bandas La Pupuña e Juca Culatra, mais DJs Se Rasgum, Patrick Tor4 e Bernardo Pinheiro.
Há sete anos nascia no Café com Arte a Doente do Pé, o motivo carnavalesco para uma festa à fantasia que se tornou uma das mais tradicionais da Dançum Se Rasgum Produciones. Agora, de volta ao local de nascimento, a Se Rasgum realiza no Café com Arte a sétima edição da festa de carnaval mais rocker e carnavalesca de Belém. A Doente do Pé VII traz mais uma vez o show da banda La Pupuña, a banda oficial da festa de carnaval da Se Rasgum, junto com Juca Culatra & Power Trio, que está de volta a Belém depois da temporada em São Paulo. E quem também coloca a juventude pra sambar, fazer air guitar, air drums e dançar um rock são os DJs da Se Rasgum (Dudu, Damasound e Salsix) e os DJs convidados Patrick Tor4 e Bernardo Pinheiro. Vai ter rock, indie, 80’s, 90’s, samba, cumbia, samba-rock, trashpop etc.
É hora de caprichar na fantasia para a festa que reúne o maior número de personagens da cultura pop por metro quadrado. Dessa vez a farra usa máscara. Se nas festas habituais todo mundo tem nome, agora a culpa será do personagem. “Foi o Batman ali ó, foi ele que tomou minha cerveja”, “A Lady Gaga está exagerando no álcool”, “Não deixa esse Homer Simpson chegar perto de ti”, “Desce daí Homem Aranha, o segurança está mandando”.
PROMOÇÃO – A vontade de premiar a melhor fantasia é antiga, por isso, agora ofereceremos um balde de cerveja gelada para as três melhores fantasias da noite, sendo que o primeiro lugar vai ganhar um passe VIP para todos os eventos da Se Rasgum de 2010. Basta caprichar na idéia e se preparar para beber além da conta e passar o ano inteiro economizando o da entrada.
SERVIÇO
Doente do Pé VII
Bandas: La Pupuña + Juca Culatra e Power Trio
Local: Café com Arte – Rui Barbosa, 1437 – Belém – PA
Ingressos: 15 dinheiros (com fantasia) e 20 dinheiros pros que não entrarem na onda.
DJs: Damasound, Dudu, Salsix, Patrick Tor4 e Bernardo Pinheiro
 Retrofoguetes na Retrofolia
Se até pouco tempo atrás o pessoal que gosta de rock tinha que se misturar aos foliões atrás de trios elétricos ou usar o carnaval como um feriado quase normal, agora a coisa mudou.
Nos últimos anos, diversos eventos foram surgindo para os fãs dos mais variados tipos de rock. Desde 2000, Curitiba deixou de se tornar uma cidade fantasma no Carnaval e virou uma cidade zumbi, graças ao Psycho Carnival, que já se tornou parte do calendário cultural da cidade. Sempre contando com bandas de todo o mundo, atrai fãs de Psychobilly, que já começam a se preparar com alguns meses de antecedência. As atrações confirmadas para a edição deste ano incluem Frenzy (UK), Phantom Rockers (UK), Kães Vadius (SP), Missionários (PR) e as bandas de surf The Mullet Monster Mafia (SP) e Drakula (SP).
Em Salvador a coisa é um pouco diferente. Irritados com o estrago feito no carnaval tradicional pelos trios de axé comerciais, os Retrofoguetes resolveram entrar de cabeça no carnaval, ressuscitando a guitarra baiana e os trios tradicionais, nos quais o que mandava era a música instrumental. A festa começou já no fim de semana passado, com a Retrofolia. Os Retrofoguetes receberam convidados e fizeram um aquecimento para o seu trio, o Foguetão, que sai no circuito Barra-Ondina do carnaval de rua soteropolitano. Na sexta feira de carnaval, tocam no largo Tereza Batista e, na segunda-feira de carnaval, decolam com o Foguetão. No trio, mandam versões frevo de suas músicas próprias e até releituras de clássicos da surf music, com o ritmo e o som da guitarra baiana. Neste ano, sobe também ao Foguetão outra banda que resgata ritmos locais, misturando-os com Surf Music. Direto do Pará, o La Pupuña vai a Salvador mostrar sua guitarrada surf. O Foguetão recebe ainda Júlio Moreno, guitarrista argentino radicado em Salvador e mais um dos grandes divulgadores da guitarra baiana. Depois do carnaval, as três atrações se reencontram no pelourinho para a Retroressaca no dia 18.
Em Recife, o Rec-Beat comemora seus 15 anos de Carnaval Alternativo, com atrações diversas, como o bluesman americano Magic Slim, o duo eletrônico belga Madensuyu, o Jazz colombiano do Puerto Candelaria, o Flamenco moderno do Ojos de Brujo, de Barcelona e o trio de rock instrumental mexicano Cabezas de Cera. As atrações nacionais passam pelo Rap mineiro de Renegado, a guitarrada acreana com o Caldo de Piaba e abre com uma das mais novas bandas de surf brasileira, os pernambucanos do Radistae.
Mas não é só em Curitiba, Salvador e Recife que vai rolar rock. Em todo o Brasil rola o megafestival colaborativo Grito Rock 2010, que acontece em 80 cidades e conta com mais de 500 shows. São shows de vários estilos, que começaram em 22 de janeiro e se estendem até 28 de fevereiro. Ou seja, os carnavais roqueiros brasileiros já podem se equiparar ao carnaval “normal”, com mais de 1 mês de duração. Entre as diversas atrações, Sex On The Beach, de Campina Grande, e The Almighty Devildogs, de Bauru, representam a Surf Music e tocam em 4 cidades diferentes cada.
Para saber mais informações sobre os shows, confira ali do lado, na nossa agenda, com informações sobre cada show e links para os eventos.
 Foguetão em ação no Carnaval 2009.
Retrofoguetes no carnaval de Salvador.
O trio instrumental comanda o trio elétrico Retrofolia e prepara show pós-carnavalesco no Pelourinho.
Os Retrofoguetes chegam ativados para o Carnaval 2010. No ano em que se comemoram os 60 anos da criação do Trio Elétrico, o trio instrumental reverencia seus criadores Dodô e Osmar, embalados pela sonoridade única da guitarra baiana, apresentando aos foliões o projeto Retrofolia 2010, que pelo segundo ano consecutivo sai em um trio elétrico no Circuito Dodô (Barra-Ondina).
Retrofolia é o carnaval dos Retrofoguetes, onde eles tocam marchinhas carnavalescas e sucessos instrumentais do Trio Elétrico Armandinho, Dodô & Osmar, além do seu repertório autoral, presente nos dois CD’s já lançados – Ativar Retrofoguetes! (2004) e Chachachá (2009) – e recebem convidados especiais. Para este ano, um dos convidados é o grupo paraense La Pupuña, que tem um trabalho baseado na guitarrada, gênero musical que preserva o carimbó, o merengue, a cumbia e as marchinhas. Já o outro convidado, o guitarrista argentino Júlio Moreno, radicado na Bahia há 19 anos, tem um trabalho voltado para a guitarra baiana e que já tocou com Ramiro Musotto, Daniela Mercury e Timbalada. Com tudo isso, os Retrofoguetes promovem, em plena avenida, um intercâmbio das duas escolas de guitarras brasileiras: as guitarradas paraenses e a guitarra baiana. O que eles querem é mostrar para o folião pipoca o espírito e a importância da música instrumental brasileira, valorizando a diversidade cultural, característica da maior festa popular de rua do planeta, em um trio independente. E o que é melhor, sem cordas e de graça. Depois, acontece o Retroressaca, uma festa pós-carnavalesca que revive os melhores momentos do Retrofolia 2010 e contará com as mesmas atrações do trio, também em show gratuito.
Considerados como uma das melhores bandas instrumentais do Brasil, os Retrofoguetes não sossegam. Após a excelente repercussão do CD Chachachá, os baianos foram indicados, pela primeira vez, ao Prêmio VMB 2009, como Melhor Banda Instrumental. Em São Paulo receberam o Prêmio de Melhor Show na categoria Aquáticos no Festival PIB – Produto Instrumental Bruto. No ano anterior o guitarrista Morotó Slim recebeu o Prêmio de Melhor Instrumentista do Carnaval de Salvador pelo Trófeu Dodô e Osmar. Em 2010 o disco Chachachá foi eleito melhor disco do ano (2009) pelo Portal Rock Press, uma das principais revistas on line de música no Brasil e um dos mais importantes portais de música da América Latina. O CD entrou na lista dos 25 melhores discos nacionais de 2009 da Revista Rolling Stone, e saiu na lista dos 10 melhores de 2009 do jornal A Tarde.
A agenda de shows e atualizações recentes da banda podem ser acompanhadas pela internet (http://www.fotolog.com/retrofoguetes) e pelo twitter: @retrofoguetes.
RETROFOLIA – O Trio Elétrico dos Retrofoguetes
Dia 15 de Fevereiro (Segunda de Carnaval), a partir das 19h, com Retrofoguetes, La Pupuña e Julio Moreno.
Circuito Dodô (Barra Ondina)
Gratuito
RETRORESSACA
Dia 18 de Fevereiro (Quinta feira), a partir das 22h, com Retrofoguetes, La Pupuña e Julio Moreno
Praça Pedro Arcanjo – Pelourinho
Gratuito
 
Segunda Noite.
A segunda noite do campeonato contou com 3 bandas estreantes nos Campeonatos e uma conhecida do público.
A banda de abertura desta noite foi, na verdade, uma one-man band, o Iguan White. Vindo de Itajubá, interior de Minas, o cara toca bateria, guitarra e canta, tudo ao mesmo tempo. Com uma mistura de garage e blues sujo, Iguan White abriu bem a noite com sua música com sotaques do sul dos EUA e seu sotaque do sul de Minas.
Na sequência veio The Mullet Monster Mafia. Uma das mais recentes bandas de surf brasileiras, já começaram mostrando serviço com o EP Power Surf Orchestra (disponível aqui no site da Reverb) e uma faixa em uma coletânea do México, e organizando diversas festas surf em Piracicaba, interior de SP. O show dos caras era muito esperado e empolgou o público. Com a guitarra cheia de reverb, músicas rápidas e um trompete, a banda fez um show que deixou muita gente boquiaberta. Com certeza uma das grandes surpresas deste festival.
Logo após foi a vez dos baianos do Vendo 147. Apesar de ser uma banda instrumental, pouco se vê de surf music no som dos caras. Não que isso possa ser considerado um defeito, já que o show também foi muito bem recebido pelo público. A banda se baseia no peso e na sua grande atração, o clone drum. A banda conta com dois bateristas que tocam a mesma bateria ao mesmo tempo, compartilhando o bumbo, o que deixa os dois cara-a-cara durante todo o show. Destaque para os “clássicos da surf music” que eles tocaram ao fim do show: AC/DC, Motorhead, Metallica, Black Sabbath e vários clássicos do Rock Pauleira, fazendo a galera trocar o Hang Loose pela Manno Cornuda.
Para fechar a noite, os já conhecidos do público de BH e dos Campeonatos, Os Carburadores, cada vez mais entrosados, mostrando sua Surf Music com toques de Rockabilly e Garage (ou seria o contrário?). A banda faz um show muito divertido, intercalando músicas instrumentais com outras com vocais, que fazem a linha ora Rockabilly, ora Garage.
 
Terceira Noite.
A terceira noite do festival (e primeira no Music Hall) contou somente com duas bandas veteranas de Campeonatos e várias bandas com sonoridades bem diferentes do usual.
Quem abriu a noite foi o Terra Celta, com um sotaque bem diferente do usualmente presente nos Campeonatos. Gaita de Foles, Violino e Banjo dividem o palco com Guitarra, Baixo e Bateria.
Em seguida, veio a única banda 100% surf da noite, o Super Stereo Surf, de Brasília. Desfalcados de última hora, a banda se apresentou como um trio e Harrison e Alexandre revesaram entre guitarra e baixo. O show da banda está cada vez melhor. Os caras até arriscaram novas coreografias, apresentando músicas de seu recém-lançado CD ‘Antes do Baile’ e algumas de sua primeira demo.
Em sua quarta participação no Campeonato, o Proa vem cada vez maior. Agora agregaram um trombonista, uma clarinetista e uma acordeonista, que dividiram o com Daniel, Rodrigo e Trotta e com outra contratação recente da trupe, Pedro Araújo. O som da banda está cada vez com mais identidade e os novos instrumentos casaram muito bem com a proposta da banda, fazendo músicas às vezes bizarras, às vezes com um clima circense, às vezes com influências do Leste Europeu.
Depois foi a vez de Pio Lobatto trazer ao palco Mestre Vieira e os Mestres da Guitarrada, mostrando um estilo musical nativo do Pará, que mescla ritmos indígenase caribenhos com rock dos anos 60, mais notadamente da Jovem Guarda, e que deu origem a vários outros estilos, do Tecno Brega à Lambada. Mestre Vieira faz jus ao título e, depois que subiu ao palco, lá pelo meio do show, fez de tudo com a guitarra: tocou com celular, lata de cerveja, tênis, pente e até cinto.
Mais uma estreante em palcos mineiros, o Gustafi veio de longe. Diretamente da Croácia, a banda também faz um som carregado de sotaque regional, com pitadas de Rock. Em alguns momentos lembra Gogol Bordello, e o show também segue a mesma linha de animação.
Para fechar a noite, uma das maiores bandas do rock brasileiro, Ultraje a Rigor. Tocaram clássico atrás de clássico e, justificando sua escalação para o festival, mandaram várias covers de alguns clássicos da Surf Music, como ‘Miserlou’, ‘Walk, Don’t Run’, ‘Sleepwalk’ e ‘Pipeline’. Fizeram muito marmanjo lembrar da juventude e botaram todo mundo pra dançar (e suar).
 
Quarta noite.
Agora sim, uma noite inteiramente dedicada à Surf Music e afins. Só uma das bandas desta noite estava fazendo sua estreia em Campeonatos, porém, tratava-se de uma estreia de peso. Ninguém menos que The Jordans, os precursores do rock instrumental no Brasil.
O festival foi aberto pelos Ambervisions, de Florianópolis (também conhecidos como Retrofoguetes, de Recife), que se mostraram muito satisfeitos de tocarem mais uma vez em Uberlândia. Estavam tão felizes que, no meio do show, Zimmer, vocalista e telefonista da banda, resolveu passar um trote pro Japão. Misturando toda essa maluquice no palco com o som que costumam chamar de Surf Music Caveira, os Ambervisions fizeram um grande show, que contou com a participação de Bjorn, ex-Go!, na figuração.
Campeões indiscutíveis dos Primeiros Campeonatos Mineiros de Surfe, o Estrume’n'tal (rumo ao deca), fizeram seu nono show em Campeonatos Mineiros de Surfe, ou seja, tocaram nas 9 edições do festival. Agora contando com Paulão no baixo, preenchendo a lacuna deixada há 2 anos por Fredão, a banda mostrou a sua já conhecida surf music porrada.
Logo após vieram os famigerados Retrofoguetes (os originais, de Salvador), com o repertório baseado em seu mais recente CD Chachachá, mas sem deixar de lado algumas das já clássicas músicas do primeiro CD. E tome virtuose, presença de palco e simpatia.
Pela segunda vez no Campeonato, o La Pupuña mostrou sua releitura da guitarrada de Mestre Vieira, mas com influências bem mais evidentes de Surf Music. Fizeram muita gente dançar. E, além das músicas presentes nos cds da banda, mandaram um cover guitarrada de ‘Shake’n'Stomp’, do Dick Dale, em ritmo de guitarrada, que amoleceu as pernas até dos mais radicais.
A penúltima banda merece as mais respeitosas apresentações e reverências. Na ativa desde 1957, o The Jordans tem uma carreira de cair o queixo. Foram a bandacontratada do programa Jovem Guarda, fizeram turnés pela Europa há mais de 40 anos, seus discos foram lançados em vários países e, neste ano, fizeram o que muita gente esperava desde a primeira edição do PCMS. Com todos os integrantes na casa dos 60 anos de idade, fizeram a alegria do público. Desfiaram vários clássicos de seu repertório e versões emocionantes de velhos hits, como ‘Apache’ e ‘Ghostriders in the Sky’, além de músicas que ficaram famosas em suas versões, como ‘Blue Star’ e o ‘Tema de Lara’. Logo depois do show, os próprios músicos das outras bandas assediaram Alladim e seus companheiros para fotos, autógrafos e todo tipo possível de tietagem.
  
Fechando o Campeonato, em sua segunda aparição nos palcos mineiros, Daddy-O Grande, dos Los Straitjackets, acompanhado pelos Dead Rocks, fez um show emocionante. The Dead Rocks abriram o show tocando algumas de suas músicas e sua versão de ‘O Milionário’. Em seguida, sobe ao palco, de máscara no rosto e DiPinto em punho, Danny Amis, o Daddy-o Grande em pessoa. O repertório desta vez incluiu não só músicas dos Straitjackets, mas contou bem mais com composições de seus dois discos solo, que foram gravados com músicos mexicanos e serviram de estopim não só para esta como para outras turnés internacionais com bandas locais no México, Argentina, Europa e aqui no Brasil.
Confira aqui embaixo várias fotos dos shows do Campeonato.
9º PRIMEIRO CAMPEONATO MINEIRO DE SURFE
PROGRAMAÇÃO – SHOWS:
21 de novembro, sábado, Music Hall (Av. Contorno, 3.239 – Santa Efigênia) , 22h
21h15 – Os Ambervisions (SC)
22h – Estrume’n’tal (MG)
22h45 – Retrofoguetes (BA)
23h30 – La Pupuña (PA)
00h15 – The Jordans – (SP)
01h15 – Daddy-o Grande (EUA) + Dead Rocks (SP)
Ingressos antecipados:
Obar – Rua Cláudio Manoel, 296 – Funcionários – 3223.6592
Loja 53hc – Rua Rio de Janeiro 630, Loja 53, Centro – 3271.7237
Circuito Blunt – Rua Montes Claros, 189 – Sion – 3284.2161
O Ovo – Rua Fernandes Tourinho, 35, lj. 112 – Savassi – 3261.9533
Santíssima – Rua Fernandes Tourinho, 385 – Savassi – 3261.9487
Spetteria – Rua Vitório Marçola, 192 – Anchieta – 9114.8662
Music Hall – Avenida Contorno, 3.239 – Santa Efigênia – 3461.4000
Valor dos Ingressos:
A Obra: R$15
Music Hall:
1º lote: inteira: R$30; meia-entrada: R$15
2º lote: inteira: R$40; meia-entrada: R$20
3º lote: inteira: R$50; meia-entrada: R$25
Passaporte: inteira: R$60; meia-entrada: R$30
O Campeonato chega a sua nona edição, com atrações como La Pupuña, Daddy-o Grande e Ultraje a Rigor.

A onda surfada pelo Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe não para de crescer. Desde que colocou a prancha na água, ainda no século 20, o maior festival do gênero da América Latina se avolumou, ganhou corpo, agregou estilos, evoluiu, ganhou adeptos e chega à nona edição como tsunami global que se estende de Belo Horizonte a Nashville (EUA), do Planalto Central à Croácia, do Pará ao Paraná, da Bahia ao Rio de Janeiro, de Santa Catarina a São Paulo. Serão quatro dias de shows e debates, em dois espaços – A Obra Bar Dançante e Music Hall, ambos na capital mineira. O 9° Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe integra o Conexão Vivo – iniciativa da Vivo voltada ao desenvolvimento do setor musical brasileiro.
Como se inspirou na surf music para nascer, este ano o Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe volta aos primórdios e traz como uma de suas principais atrações os paulistas The Jordans, primeira e mais antiga banda de surf music em atividade no Brasil, tendo lançado o primeiro disco em 1962.
Inspirado no mesmo som que fez a cabeça de Aladdin e sua turma há quatro décadas, volta ao Brasil o norte-americano Daddy-o Grande, um dos guitarristas dos lendários Los Straitjackets. Ele será acompanhado por ninguém menos que os paulistas do Dead Rocks, big riders do surf nacional. Outras atrações seguem a mesma linha, como o Super Stereo Surf, do Distrito Federal.
Se alguns foram direto à fonte, outros beberam a água salgada emanada da Califórnia “aditivada”, seja misturando-a com punk, metal, rock, pop ou música regional, seja lá de que região for. Casos dos baianos do Retrofoguetes, dos mineiros Estrume’n’tal e Proa, dos catarinenses Os Ambervisions, dos paulistas Mullet Monster Mafia e dos cariocas Os Carburadores.
Mostrando que o Brasil produziu sua própria surf music, o Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe apresenta também Pio Lobato, Mestre Vieira e os Mestres da Guitarrada. Há bastante tempo na estrada, eles influenciaram não só o Pará natal, de onde vem também o La Pupuña, mas outros estados e também outros ritmos, como o tecnobrega.
Já o Ultraje a Rigor dispensa maiores apresentações. O certo é que o gênero do ícone Dick Dale sempre esteve presente no rock dos paulistas, na ativa desde a década de 80 sem nunca ficar parados no tempo.
Por outro lado, o Gustafi vem da Croácia para mostrar pela primeira vez aos brasileiros como misturou reverb com música dos Bálcãs. Mistura das mais interessantes, como já provaram Mano Negra e Gogol Bordello.
Mas nem só de shows será feito o 9º Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe. Três encontros reunirão músicos, produtores e público para debates sobre a atual cena nacional da surf music e da música independente, em uma ótima oportunidade para expor e conhecer idéias.
Números que impressionam
Essa é a nona edição do Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe. O “Primeiro” incluído do nome deve-se ao fato de o Campeonato ser o festival pioneiro do gênero no país.
Em oito edições já realizadas, o festival reuniu um público total de 9.478 pessoas, com uma média de 1.184 pessoas por edição. Passaram pelo palco da Obra e do Lapa Multshow 115 bandas, somando 463 músicos participantes.
CONEXÃO VIVO
Dezenas de projetos musicais de todo o país fazem parte do Programa Conexão Vivo, que reúne shows, festivais independentes, gravação de CDs e DVDs, produção de videoclipes, programas de rádio, oficinas e seminários que compõem uma rede nacional e permanente de atividades culturais envolvendo artistas, gestores e produtores culturais, iniciativas públicas e privadas.
O Conexão Vivo realiza ao longo do ano um circuito próprio de eventos onde toda essa diversidade de ações acontece conjuntamente. Além disso, o programa também está presente em muitas das mais importantes iniciativas da cena musical brasileira, seja com o patrocínio de projetos ou parcerias artísticas em eventos de destaque no calendário nacional, como acontece agora com o O 9° Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe e outros festivais independentes como o Arte na Praça, Jambolada e 53 HC (Minas Gerais), Omelete Marginal (Espírito Santo), Se Rasgum (Pará) e Coquetel Molotov (Pernambuco).
A construção e articulação de redes culturais nacionais, em diferentes segmentos artísticos, é o foco da Política Cultura da Vivo, que tem no Conexão Vivo uma de suas principais iniciativas. Detalhes sobre as outras linhas de atuação e sobre as formas de participação nos Programas Culturais Vivo estão disponíveis no www.vivo.com.br/cultura. E para saber mais sobre o Conexão Vivo, acesse o portal www.conexaovivo.com.br.
9º PRIMEIRO CAMPEONATO MINEIRO DE SURFE
PROGRAMAÇÃO – SHOWS:
18 de novembro, quarta-feira, A Obra Bar Dançante (R. Rio Grande do Norte, 1.168 – Funcionários), 22h, R$15,00 (na porta)
23h – 4instrumental (MG)
24h – Grupo Porco de Grindcore Interpretativo (MG)
01h – Surfadelica (SP)
19 de novembro, quinta-feira, A Obra Bar Dançante (R. Rio Grande do Norte, 1.168 – Funcionários), 22h, R$15,00 (na porta)
23h – Iguan White (MG)
24h – Mullet Monster Mafia (SP)
01h – Vendo 147 (BA)
02h – Os Carburadores (RJ)
20 de novembro, sexta-feira, Music Hall (Av. Contorno, 3.239 – Santa Efigênia), 22h
21h15 – Terra Celta (PR)
22h – Super Stereo Surf (DF)
22h45 – Proa (BH)
23h30 – Pio Lobato e Mestre Vieira (Tecnoguitarradas) (PA)
00h30 – Gustafi (CROÁCIA)
01h40 – Ultraje a Rigor (SP)
21 de novembro, sábado, Music Hall (Av. Contorno, 3.239 – Santa Efigênia) , 22h
21h15 – Os Ambervisions (SC)
22h – Estrume’n’tal (MG)
22h45 – Retrofoguetes (BA)
23h30 – La Pupuña (PA)
00h15 – The Jordans – (SP)
01h15 – Daddy-o Grande (EUA) + Dead Rocks (SP)
PROGRAMAÇÃO – DEBATES
20 de novembro, sexta-feira, 14h, Conservatório de Música da UFMG (Av. Afonso Pena, 1.534 – Centro)
14h – 14h45: Debate: Fórum da Música de Minas Gerais, mudanças para 2010
15h – 15h45: Palestra: The Jordans e a história do rock instrumental brasileiro – Aladdin, The Jordans
15h45 – 16h30: Tecnobrega e guitarradas: a música livre do Pará (Pio Lobato e Mestre Vieira) + Guitarra bahiana (Morotó – Retrofoguetes)
Ingressos antecipados:
Obar – Rua Cláudio Manoel, 296 – Funcionários – 3223.6592
Loja 53hc – Rua Rio de Janeiro 630, Loja 53, Centro – 3271.7237
Circuito Blunt – Rua Montes Claros, 189 – Sion – 3284.2161
O Ovo – Rua Fernandes Tourinho, 35, lj. 112 – Savassi – 3261.9533
Santíssima – Rua Fernandes Tourinho, 385 – Savassi – 3261.9487
Spetteria – Rua Vitório Marçola, 192 – Anchieta – 9114.8662
Music Hall – Avenida Contorno, 3.239 – Santa Efigênia – 3461.4000
Valor dos Ingressos:
A Obra: R$15
Music Hall:
1º lote: inteira: R$30; meia-entrada: R$15
2º lote: inteira: R$40; meia-entrada: R$20
3º lote: inteira: R$50; meia-entrada: R$25
Passaporte: inteira: R$60; meia-entrada: R$30
 The Jordans posam para foto com seus fãs, em 1967.
Saiu a escalação do 9º Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe! Serão 4 dias de shows, sendo dois na Obra e dois no Music Hall.
Confira durante o mês de novembro a programação especial no site da Reverb, com coletâneas das edições passadas, fotos, resenhas e muito mais.
PROGRAMAÇÃO 9o. PRIMEIRO CAMPEONATO MINEIRO DE SURFE
18/11 A OBRA
-4instrumental (MG)
-Grupo Porco de Grindcore Interpretativo (MG)
-Surfadelica (SP)
19/11 A OBRA
-Iguan White (MG)
-Mullet Monster Mafia (SP)
-Vendo 147 (BA)
-Os Carburadores (RJ)
20/11 Music Hall
-Terra Celta (PR)
-Super Stereo Surf (DF)
-Proa (MG)
-Pio Lobato, Mestre Vieira e os Mestres da Guitarrada (PA)
-Ultraje a Rigor (SP)
21/11 Music Hall
-Os Ambervisions (SC)
-Estrume’n’tal (MG)
-Retrofoguetes (BA)
-La Pupuña (PA)
-The Jordans (SP)
-Daddy-o Grande e The Dead Rocks (EUA – SP)
 The Dead Rocks e Daddy-o Grande tocam no 9. Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe
Diferentemente dos últimos anos, o 9º Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe acontece nos dias 18, 19, 20 e 21 de Novembro em Belo Horizonte. Por enquanto algumas atrações já estão confirmadas: de São Paulo os veteranos The Jordans; de Salvador, os Retrofoguetes e o Vendo 147; de Piracicaba, The Mullet Monster Mafia; PROA e Estrume’n'tal, de BH; La Pupuña e Pio Lobato & Os Mestres da Guitarrada, de Belém; Super Stereo Surf, de Brasília; Os Ambervisions, de Florianópolis e, pela segunda vez no Campeonato, Daddy-O Grande, dos Straitjackets, desta vez acompanhado pelos The Dead Rocks, de São Carlos.
Mais bandas ainda estão fechando a programação e este Campeonato promete entrar pra história. Em breve divulgaremos aqui a programação completa oficial, com os locais dos shows e mais informações, além de uma retrospectiva das outras edições.
|
|