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Sex0nTheBeachSex0nTheBeach: Sex on the Beach em Natal ontem.Tocamos no show de lançamento do CD da @camaronesguita .Siga no blog: http://sexontheblogbeach.blogspot.com
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mulletmonstermulletmonster: Valeu a todos da Other Side Alternative. Rolezito do sábado foi massa!!!
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Sex0nTheBeachSex0nTheBeach: RT @camaronesguita RT @danielmapessoa: @camaronesguita e Sex On The Beach arrebentaram na Casa da Ribeira. Dois shows muito bons!
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Sex0nTheBeachSex0nTheBeach: 'trabalho' feito. agora é tomar uma cervaja aqui em Natal #calor
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Retrospectiva – II Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe (2002)

por Mocotó.

2º Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe

2º Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe

Depois do sucesso do Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe (que durante um bom tempo foi dono do recorde de bilheteria da Obra) e da Primeira Copa Belo Horizonte de Psycho-Surf, era de se esperar que o Segundo Campeonato Mineiro de Surfe geraria uma grande expectativa. Além de corresponder às expectativas, esta segunda edição do festival trouxe algumas novidades e surpresas, além de criar e perpetuar algumas das atrações do festival.

Primeiro, Belo Horizonte descobriu que o festival não se chamava Campeonato Mineiro de Surfe e sim PRIMEIRO Campeonato Mineiro de Surfe. O motivo de se ter continuado com esse nome é um mistério que nem os responsáveis pelo batismo sabem explicar. Alguns falam que é por ser o primeiro festival de Surf Music do Brasil, outros falam que o primeiro foi tão legal que deveria ser sempre parte do espírito do festival. O motivo não importa mais, já que o nome ficou e pegou.

Algumas tradições do Campeonato surgiram na Copa Belo Horizonte de Psycho Surf, que pode ser considerado um filho bastarde do Primeiro Campeonato com o Psycho Attack Over BH. Estadia no Hotel Bragança e o Churrasco, que surgiu meio sem querer e virou tradição, além da mais característica de todas, que foi o hino do Campeonato, a música Comanche, em versão infinita. Quem começou isso foram os Gasolines, ainda na Copa e, daí pra frente, em todo campeonato várias bandas tocam e várias versões diferentes continuam aparecendo.

Outra coisa que o II Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe viu foi uma divulgação nunca vista antes, com direito a cartaz teaser antes mesmo de se ter a programação, camiseta e um Out Door do festival, que ganhou até prêmio de publicidade. Na época a Reverb ainda contava com o programa na Rádio Favela, que ajudou a divulgar a Surf Music na cidade por quase 2 anos, mas isso também é um outro capítulo.

As bandas que participaram desta edição vieram de 6 cidades diferentes. De Florianópolis veio o Xevi 50, de Curitiba o Maremotos, de São Paulo os Detetives e Gasolines, de Campinas o Orestes Prezza. As bandas mineiras que tocaram no festival foram Amigdalas Lenhadas, Os Cavaleiros Q* Dizem Ni, thesurfmotherfuckers, Estrume’n'tal e Reverb All Stars.

Camiseta do 2º Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe - 2002

Camiseta do 2º Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe - 2002

VA – 2º Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe (2002)

01- Amídalas Lenhadas – Miolos, Miolos, Miolos

02- Os Cavaleiros Q* Dizem Ni – Não fique triste menininha

03- Estrume’n'tal – Marcha Fúnebre

04- thesurfmotherfuckers – Penetration

05- Detetives – Laboratório Espacial

06- Maremotos – Duo on the Rock

07- Xevi 50 – Fator de Proteção Solar 50

08- Reverb All-Stars -Sleepwalk

09- Orestes Prezza – Reator

10- Gasolines – Comanche

Fatos intrigantes do Campeonato, parte 2.

1- O Xevi 50, famoso em Florianópolis por tocar na caçamba de uma Chevy 50, veio dirigindo uma Veraneio de Floripa até BH. O nome da Veraneio? Vera Fischer.

2- Os Detetives surgiu dos restos de uma das primeiras bandas da terceira onda da Surf Music brasileira, Os Ostras.

3- O Reverb All-Stars é uma banda composta por membros das bandas de Surf Music de Belo Horizonte e toca, basicamente, nos campeonatos e nos casamentos de seus membros.

4- Por causa do nome curioso, os Amídalas Lenhadas viraram personagens de uma tirinha publicada diariamente no Estado de Minas.

5- Os Maremotos tocaram como um trio, já que Coxinha estava em turné na Europa com Os Catalépticos.

6- A versão de Comanche com os Gasolines presente nesta coletânea virtual é da primeira demo da banda, Wild and Primitive.

7- Os membros dos Detetives antes faziam parte d’Os Ostras, que foi uma banda surf brasileira que chegou a ter clip entre os mais pedidos da MTV nos anos 90.

Beach Combers – EP (2010)

Ninguém Segura Os Beach Combers

Por Clarck Duque

Os Beach Combers são uma banda de beat music do circuito independente carioca. Trilha sonora da juventude urbana do Rio de Janeiro.

Bernar era o baterista de uma banda. Um dia ele decidiu fazer seu próprio som, e comprou uma Giannini. Ele tirava um surf music, apontando os microfones para o teto e gravando as guitarras, quando teve a idéia para os Beach Combers. Bike ficou na bateria, e trouxeram Guzz para o baixo. Estava formada a banda.

Seguiram gravando demos em casa, com os programas de computador. Trazendo da cultura surf, do rock de garagem e da psicodelia, as influências para as composições. Em janeiro de 2009 arrumaram alguns shows nos clubes de rock de Rio e São Paulo, tudo meio sem querer.

O homem só conhece comparando. As influências da banda são os timbres dos anos 50 e 60, músicas usadas em filmes, rockabilly instrumental, The Pops, Link Wray, Dick Dale, Júpiter Maçã.

O EP de estréia “Beach Combers” foi lançado em junho de 2010, com Erik Rocker assumindo as baquetas da banda, e tocando em pé, o jeito original de se tocar a bateria. O disco traz as melodias clássicas da surf music com elementos psicodélicos mais atuais. A mixagem foi feita em casa. As bases ao vivo gravadas no Studio 82 da Lapa.
“Super Homem” é trilha para um filme. O saxofone fazendo a melodia principal lembra Henri Mancini. Instrumento quente, mostrando sua força numa banda de rock. O sax foi gravado pelo amigo Tiago Ribeiro, que infelizmente faleceu um mês após as gravações.

“Hey!” tem guitarra praiana, pegada 60, e um solo de guitarra bem garageiro, matador.

“De Olho Na Vizinha” traz a elegância de uma garagem e psicodelia para o country. Tem guitarra nervosa, quase garageira, violão de doze cordas e gaita de blues gravada por Guilherme Alves.

“Balada Da Guitarra Solitária” é um puta climão. Uma canção lisérgica, com batida jazzística. Guiga toca o órgão Moogie no estilo The Wailers.

“Eastwood” é um western psicodélico, com bateria marcial, e loucas guitarras simulando uma trombeta árabe.

Destaque para “Dançando Nu”, que tem belas guitarras e muita reverberação sonora. Rock’n’roll com muito balanço e efeitos viajantes. Puro Link Wray. O título é uma brincadeira com o livro Almoço Nu, do Burroughs.

“Bote da cobra” tem mistério e sensualidade. Simboliza a traição, a rataria, o salto do animal selvagem sobre a presa.

Os Beach Combers acertaram a mão no disco de estréia, fazendo um surf music de primeira linha, com guitarras matadoras. Vinte minutos de rock certeiro, com qualidade e precisão. O disco traz ainda uma faixa gravada ao vivo na College Rock Party de Halloween, mostrando a potência da banda em “Super Homem” com toques de “Miserlou”.

Os Beach Combers estão no estúdio agora, finalizando seu segundo CD, que terá pegada mais garage. Uma sonoridade mais crua, menos psicodélica, com guitarras havaianas e equipamentos vintage brasileiros buscando a essência do surf music garageiro. Let’s go trippin.

Eu estou nas pedras do Arpoador, segurando minha porta de igreja. Madeira sólida que ri do mar agitado. No ar, gaivotas inquietas gritam contra o vento impetuoso. No horizonte uma nuvem escura com bordas cor de bronze. Na escuridão, surgem trovões e relâmpagos, iluminando o mar revolto. A nau dos Beach Combers está na água, e navega rapidamente. Os ventos continuam soprando, grandes ondas impelem a nave para a frenteNinguém segura os Beach Combers!

Beach Combers – EP (2010)

01 – Super Homem
02 – Hey!
03 – De olho na vizinha
04 – A Balada da guitarra solitária
05 – Eastwood
06 – Dançando Nu
07 – Bote da cobra (demo)
08 – Super Homem (ao vivo)

The Barfly Surfers – Surf Trash Attack (2010)

The Barfly Surfers

Formado em 2008, quando Rogério Japa trocou Vila Velha por São Paulo e se juntou a Maurício Matel e Gustavo FYP, The Barfly Surfers representam a vertente feia, suja e bêbada da Surf Music. Os membros da banda têm formações musicais das mais diversas. O baixista Japa passou por bandas de Hard Core e Country, Maurício tocou guitarra em bandas de Garage e Metal, e o baterista Gustavo vem de uma banda de grindcore. Claro que formação musical é só uma das coisas que definem a personalidade de uma pessoa (ou de uma banda) e todo o lado bêbado e sujo da personalidade humana se faz presente no som e no estilo de vida dos Barfly Surfers. As influências da banda vão de The Mummies a Bukowski, passando por Jack Kerouac, Dick Dale e Paulo César Pereio.

O nome da banda faz referências não só ao universo de Bukowski (o eterno Barfly), mas também a uma gíria usada pelos capixabas quando vão dar uma volta fumando um “cigarrinho”, que pode ser visto na capa psicodélica deste que é o primeiro álbum da banda, que não podia ter um nome diferente: Surf Trash Attack.

The Barfly Surfers – Surf Trash Attack (2010)

01 – Surf Trash Attack
02 – Greens
03 – Highway to Mars
04 – Gato Preto
05 – Doidera vem e vai
06 – O Buk, o Dick e o Pereio
07 – Tristessa
08 – A Pequena Amsterdã – (Bonus Trash)

Os Bandidos Molhados – Sagaz! (2010)

Novo EP lançado pelos Bandidos Molhados, de Maringá. Depois de lançar dois elogiados EP’s em 2009 (ambos disponíveis aqui no site da Reverb), Os Bandidos Molhados nos brindam com mais um lançamento. O EP Sagaz! conta com mais três músicas do repertório da banda.

Os Bandidos Molhados – Sagaz!

01 – Sagaz!
02 – Miami Beach
03 – Caixote Open

Avante Royale – EP (2009)

Avante Royale

Avante Royale

O Avante Royale vem do Rio Grande do Sul. O som da banda é inspirado na Surf Music, mas surfa bem entre outras ondas, como a Bossa Nova, o Blues e o Jazz. São um dos representantes gaúchos da nova e boa safra de bandas de surf que assola o país de norte a sul.

Apesar de ser uma banda relativamente nova, tem se apresentado com frequência em Porto Alegre e algumas cidades do interior gaúcho. Formado por Daniel, Sandro, Diego e Renatito Bianco em 2007, a banda lançou em 2009 seu primeiro EP, com produção de Gabriel Guedes, do Pata de Elefante.

Agora a banda está em estúdio preparando seu primeiro álbum. Enquanto eles gravam, aproveite para baixar e ouvir o primeiro EP da banda.

capaAvante Royale – EP (2009)

01 – Avante Royale Apresenta:
02 – La Prima Noche Versus Carmão 1 Pulmão
03 – (Curada) A Ressaca na Pracinha
04 – Samba The Samba Fácil
05 – Ginpelo’s Destiny

Retrigger – Ornitorrinco Voador (2009)

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Retrigger – Ornitorrinco Voador (2009)

Mais uma mistureba cometida pelo Retrigger. E tome Surf, Punk, Dub, Garage e Swing eletronificados.

Adequadamente batizado de “Ornitorrinco Voador”, este novo trabalho do mineiro Retrigger, assim como o mamífero que bota ovo, joga definições e rótulos pro espaço e ainda bota asas na mistura. O Retrigger é formado pelo Raul Costa, que faz as programações, compõe, canta, toca theremin, bate o corner e cabeceia quase sempre sozinho, às vezes ele conta com o auxílio de amigos espalhados pelo mundo.

Confira o vídeo do clip de EZ Money (com a participação de várias pessoas da Reverb Brasil!) enquanto baixa o mais novo álbum do Retrigger.

Retrigger – EZ Money [videoclip] direção: Marcelo Reis.

Retrigger – Ornitorrinco Voador (2009)

01- Abelhas Altarianas contra Ornitorrinco Voador
02- Comancho!
03- Flying Platypus
04- EZ Money
05- Victim #22
06- A Morte do Ornitorrinco Voador
07- Brand New Cadillac (Vocals by Gabi Lima)
08- That is the way the cookie crumbles
09- Frankie on the drums
10- Boss skinhead (Original Vocals by Reggaenerator)
11- Yeah! (8GB’s brega mix)

Retrofoguetes em clima de Natal

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O trio instrumental realiza a 5ª edição da sua festa temática

A já tradicional festa “O Maravilhoso Natal dos Retrofoguetes” volta a acontecer dia 05/12, às 22h, no Boomerangue, iniciando os festejos natalinos da cena rocker da cidade. Morotó Slim (guitarra), CH (baixo) e Rex (bateria) tocam o repertório do atualíssimo CD Chachachá (2009) e versões de clássicos natalinos como ‘Bate o sino’ e ‘Boas festas’ na sexta edição da festa, com versões que foram registradas pelo trio instrumental em vinil e CD que batizam o projeto ‘O Maravilhoso Natal dos Retrofoguetes’, lançados nos anos de 2004 e 2005 (e disponível para download no fim do post).

Como os convidados são essenciais em qualquer confraternização de família, este ano a noite terá as participações de Mauro Pithon (Bestiário), Nancyta, Paulinho Oliveira, Theo Filho (Os irmãos da Bailarina), Saulo Gama, Emanuel Magno, Danny Nascimento (lou) e Edson Rosa (Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta). Censura: 18 anos. Ingressos a R$15 até a meia-noite.

SERVIÇO:
“O MARAVILHOSO NATAL DOS RETROFOGUETES”
Participações: Mauro Pithon (Bestiário), Nancyta, Paulinho Oliveira, Theo Filho (Os irmãos da Bailarina), Saulo Gama, Emanuel Magno, Danny Nascimento (lou), Edson Rosa (Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta).
Boomerangue – Rua da Paciência, 307 – Rio Vermelho – Salvador – BA
05 de Dezembro – às 22h
Entradas: Até meia noite– R$15
Após meia noite – R$20
Classificação – 18 anos

Retrofoguetes – O Maravilhoso Natal dos Retrofoguetes (2004)

1- O Velhinho
02- Boas Festas
03- Natal Branco
04- Bate o Sino
05- E nasceu Jesus

Discos de bandas que vão tocar neste Campeonato

Alguns discos de bandas que vão tocar neste Campeonato e já estão disponíveis no site:

Os Carburadores – Os Carburadores (2008)

The Dead Rocks – International Brazilian Surfs (2005)

The Dead Rocks – Tiki Twist (2006)

The Dead Rocks – One Million Dollar Surf Band (2008)

Estrume’n’tal – Surfme’n’tal (2003)

Estrume’n’tal – Neander’n’tal (2005)

The Mullet Monster Mafia – Power Surf Orchestra (2009)

Retrofoguetes – Protótipo de Demonstração nº 1 (2002)

Retrofoguetes – Ativar Retrofoguetes (2003)

Retrofoguetes – O Maravilhoso Natal dos Retrofoguetes (2004)

Super Stereo Surf – Caçadores de Emoção (2003)

Vendo 147 – EP (2009)

The Almighty Devildogs – Corre! (single) (2009)

corre_front

Para dar uma prévia do que preparam para seu primeiro disco, The Almighty Devildogs lançam, em uma parceria Reverb Brasil e Pisces Records, o single Corre!, com 3 músicas que farão parte deste primeiro album, junto com duas demos gravadas em ensaios da banda.

The Almighty Devildogs – Corre! (single) (2009)

1- Corre!
2- Agente Zero
3- AK47
4- Invasion of the Dragonmen (demo) (Man or Astro-man?)
5- Mephisto (demo)

Estrume’n'tal – Discografia Completa

estrume

Lino, Claudão, Paulão e Gui, na Flaming Night, em BH.

O Estrume’n'tal pode ser considerado o campeão do Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe. Por quê? Bom, simplesmente por ser a única banda que tocou em todas as edições do Campeonato. Não bastasse isso, pode ser considerada também a banda responsável pela manutenção do Campeonato no quadro de programação anual da Obra, já que metade da banda é de sócios da Obra.

Mas falando assim, parece até que são aqueles pernas de pau que só jogam por serem dono da bola (ou do campinho, neste caso). Com mais de 10 anos de estrada, o Estrume teve dois CD’s lançados nos EUA pela finada Golly Gee Records, participou de inúmeras coletâneas pelo mundo e tocou em vários dos diversos festivais independentes que acontecem Brasil afora.

E, obviamente, A Obra é a casa oficial do Estrume’n'tal. A banda tocou na festa de inauguração do Bar e é praticamente impossível contar quantas vezes já se apresentou por lá, ao lado de bandas como Guitar Wolf, The Supersónicos e em inúmeros festivais. E a Obra surgiu justamente por causa das bandas de seus sócios. Como não existiam espaços decentes para se tocar em BH, resolveram montar seu próprio bar para se apresentarem com sua banda, Os Meldas. Obviamente, o Estrume’n'tal também ganhou uma casa, já que a banda era basicamente Os Meldas sem seus vocalistas, que abandonavam os ensaios para tomarem cerveja no bar da esquina do estúdio. Os Meldas se foram e o Estrume’n'tal continuou firme e forte, reverberando a barulheira de seu Metal-Surf-Punk.

O som da banda é uma mistura de todas as influências a que eles foram sendo submetidos desde o começo de suas vidas na música, lá pelos idos dos anos 80. Ouviram muito Ramones e montaram uma das bandas punks primordias de BH, Os Meldas, ouviram muito Dick Dale, Link Wray, Ventures, Man or Astro-man e tudo de surf desde os anos 60 até hoje, muito garage, como as milhares de bandas do Billy Childish (o que originou outra empreitada dos caras, as Juremas), reggae (fizeram parte de outra banda seminal de BH, desta vez, Os Pilhas), metal, jovem guarda e viola caipira. Então não se assuste ao ouvir uma versão surf-pancada de Redemption Song, do Bob Marley ou a pesada regravação da suave Baja, clássico absoluto da surf music.

Baixe agora os discos da banda, mas tome cuidado, Estrume’n'tal, mesmo no volume normal, pode causar danos irreversíveis ao seu aparelho de som, à sua audição e à sua relação com os vizinhos de seu condomínio.

surfmenEstrume’n'tal – Surfme’n'tal (2003)

01. ET De Varginha (The Varginha ET)
02. Pouso Alegre (Happy Landing)
03. Vacalgada (Cow Ride)
04. Sol Si Do Si Mi Re La (Do Re Mi Fa So La Ti)
05. Tubarao (Jaws)
06. Torpeido (Torpedo)
07. Uiskzito (Strange Whisky)
08. Marcha Funebre (Funeral March)
09. Casa Do Sol Nascente (House Of The Rising Sun)
10. Baja
11. Bolero
12. Uma Bala Para Chita (A Bullet For Chita)
13. Gin Com Bells (Gin And Bells)
14. Gran Finale (Grand Finale)

neanderEstrume’n'tal – Neander’n'tal (2005)

01. Meteoras
02. Anda
03. Ramcharger
04. Por Do Pau
05. Chapeuzim
06. Fuzzdido
07. Baguncela
08. Redemption Surf
09. Neander’n'tal
10. Cuida Vaca
11. Ments
12. Kraft
13. Palavra Cruzada
14. Saida de Emergência
15. Sulvacation
16. Tampa da Cumbuca, A
17. 13th
18. Kães