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obmolhadosobmolhados: Temos bônus para o show de amanhã! Quem quiser, é só falar! Pra que pagar inteira se você pode pagar meia, hã? http://twitpic.com/17ewy9
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retrofoguetesretrofoguetes: Estamos diante do 1º ranking nacional que se pauta pela canção e não pelo nome do artista. Independentes e medalhões do pop estão misturados
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retrofoguetesretrofoguetes: Durante três meses, 12 críticos e jornalistas do LABORATÓRIO POP ouviram 732 músicas lançadas em 2009 para formar o Top 100 da revista.
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Sex On The Beach – Wanna some Sex On The Beach? (2009)

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Formada no início de 2009 em Campina Grande, Paraíba, o Sex On The Beach lança hoje o seu primeiro EP, “Wanna some Sex On The Beach?”.

Apesar de ter menos de 1 ano de praia, os caras já tocaram em diversos festivais pelo Nordeste e estão com a agenda lotada para o fim do ano. Tudo fruto de seus aclamados shows e deste excelente EP que a banda começa a divulgar agora.

São 5 músicas, cada uma batizada com um dos ingredientes do célebre drink, incluindo uma versão para É Proibido Fumar, do Rei Roberto. Além da jovem guarda, a banda bebe de outras fontes, como o surf clássico de Dick Dale e Ventures e de bandas mais modernas, como Los Straitjackets, Langhorns, The Dead Rocks e Retrofoguetes.

capa_sex_on_the_beach Sex On The Beach – Wanna some Sex On The Beach? (2009)

1- 2 oz Vodka
2- 1 oz Peach Schnaps
3- 1 oz Cranberry Juice (É Permitido Fumar)
4- 2 oz Orange Juice
5- 2 oz Pineapple Juice

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Retrospectiva do Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe, Parte 1

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O Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe – 2000, por Mocotó

A história da Reverb Brasil e do Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe se mistura e segue praticamente lado a lado desde o ano 2000. Em junho de 2000, foi criada a lista de discussão Reverb Brasil e um canal no mIrc. As bandas de Surf Music de todo o Brasil passaram a se corresponder e a trocar figurinhas pela internet. Surgiu aquela necessidade de todo mundo se encontrar e foi bem óbvio pensar em um festival de Surf Music.

Primeiro o pessoal de BH se mobilizou. Me lembro bem quando eu e o Perna, que tocávamos no Frank Simata, fomos na porta da Obra conversar com o cara que, até então, a gente só conhecia como “O baterista do Estrume’n'tal” ou “O dono da Obra”. Levamos uma demo dos Netunos e falamos da idéia do festival. O cara já topou de cara e descolamos as datas. Fomos atrás das bandas, fizemos as propostas, fizemos os cartazes de xerox, camisas de transfer e marcamos o início oficial da divulgação em um show do Marky Ramone que ia acontecer em BH mais ou menos 1 mês antes do Campeonato.

Primeiro foi o sufoco pra conseguir fazer os flyers e cartazes ficarem prontos na hora. A fonte não gravou no CD, a imagem não saiu, o lugar que ia fazer o corte não deu certo, acabamos rodando um dia inteiro de Gurgel pra conseguir fazer os benditos flyers e rumamos pro show. Foi a primeira vez que Belo Horizonte ouviu falar do Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe! E, é claro, ninguém entendeu direito o que estava acontecendo. Eu, o Perna e o Claudão (nessa altura do Campeonato, nosso amigo de infância) ficamos distribuindo os flyers. Alguns riam das nossas camisas (das camisas ou pelos 3 estarem usando camisas iguais?), outros do nome do festival, mas depois começaram a levar fé na coisa.

Depois foi o mês inteiro distribuindo flyers, levando cartazes pra todo lado, boca a boca, e esperando o festival. Diferentemente dos anos seguintes, o festival aconteceu em novembro, aproveitando o feriado de finados.

Foi a primeira vez que grande parte do pessoal da Reverb se viu. De Curitiba vieram os Limbonautas (que tocaram no Psycho Attack Over BH, um ano antes), Kozmic Gorillas e Stanley Dix. Do Rio vieram o Go! e os Netunos. BH foi representada pelo Frank Simata, Estrume’n'tal, thesurfmotherfuckers e Juremas. Foi nessa brincadeira que surgiu uma das tradições do Campeonato, o churrasco no sábado. E foi nesse churrasco que surgiu a ideia de se transformar aquilo ali em uma associação informal de bandas de Surf Music. E a Reverb Brasil, que era só uma lista de internet, passou a ser mais que isso e virou um grupo de amigos divulgando a Surf Music. Mas como a história aqui é do Campeonato e a da Reverb você encontra no site, vamos ao que interessa.

Este Primeiro Campeonato foi tão legal e tão importante pra cena surf brasileira que o festival passou a se chamar Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe e não só Campeonato Mineiro de Surfe.

(Pausa para intervenção divina, enquanto escrevia, o DJ Shuffle me manda Comanche.)

A partir de hoje e até o Nono Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe, que acontece de 18 a 21 de novembro, vamos botar no ar coletâneas com músicas das bandas que tocaram em cada edição.

000VA – Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe (2000)

1- Frank Simata – Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe
2- Go! – Robotic Leisure
3- thesurfmotherfuckers – Private Idaho
4- Estrume’n'tal – Baja
5- Stanley Dix – Giro Magneto Gravitacional
6- Limbonautas – Dick Dale na terra da Ipioca
7- Juremas – Vibrador
8- Netunos – 120
9- Kozmic Gorillas – Surf Panic

Fatos intrigantes do Campeonato.

1- A primeira música a ser tocada pela primeira banda no Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe foi Pipeline, pelo Frank Simata, com direito a um teatro de sombras de um surfista.

2- O Perna pagou a van de Curitiba com o dinheiro de uma guitarra que ele tinha vendido, mas ele conseguiu reaver todo o dinheiro no fim das contas.

3- Todas as bandas ficaram na casa de amigos do pessoal e o churrasco foi na casa de outra amiga, a Tutu. Hotel Bragança? Chique demais pra gente na época.

4- O show do Marky Ramone em que começou a divulgação do Campeonato foi no mesmo lugar que vai hospedar as duas últimas noites do Campeonato deste ano.

5- A música Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe, do Frank Simata, foi feita no último ensaio antes do festival.

6- Uma das condições para o thesurfmotherfuckers tocar era readmitir as Surfetes, suas dançarinas.

7- O Perna e o Mocotó foram buscar o pessoal do Go! na rodoviária fantasiados de Policial de filmes dos anos 70 e cientista maluco, respectivamente.

Primeiro Campeonato

Fotos do Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe (2000)

53 Photos

 

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The Almighty Devildogs – The Subsessions

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Ao que tudo indica, a terra roxa do interior paulista é fértil também para a Surf Music. Se em São Carlos temos The Dead Rocks, em Campinas, The Violentures, Footstep e Drakula, e em Piracicaba, The Mullet Monster Máfia, chegou agora a vez de Bauru mostrar seus representantes, The Almighty Devildogs.

A banda surgiu em sua primeira formação em 2003, mas durou pouco mais de 1 ano. Dessa primeira formação, a banda deixou gravadas músicas que entrariam em seu primeiro EP, The Subsessions. Em 2008, Vinícius (guitarra) e Gexx (Bateria) recrutaram Edgar para o Baixo (e mais tarde Daniel Gords para a segunda guitarra) e ressuscitaram a banda, já decididos a investir mais na produção de seus shows e no experimentalismo nas composições. Tanto que em sua formação a banda ainda conta com UK, responsável pelos efeitos e Theremin, e o VJ Vini Strt, que cuida das projeções e efeitos durante os shows.

O som da banda é uma mistura de Surf com Punk Rock, aliado a maluquices como samples e o uso do Theremin. As influências estrapolam a música e vão até os filmes de ficção e horror. O tipo de caldeirão cultural que nos deu bandas como Man or Astroman?, por exemplo.

Recentemente a banda contribuiu com a música “Agente Z.E.R.O.” para a trilha sonora do filme “O Cortiço Brasil”, e agora prepara um novo CD, além de uma música que entrará no tributo brasileiro ao Cramps, que será lançado pela Pisces Records.

cd_subsessions_frontThe Almighty Devildogs – The Subsessions (2008)

01 – Ak47
02- Massacre
03- Die, Bitch
04- Agente Z.E.R.O.
05- Die, Bitch (instrumental version)
06- Mephistos Night Out (Lo-Fi Demo)

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