Língua

Tweet Blender

Sex0nTheBeachSex0nTheBeach: Sex on the Beach em Natal ontem.Tocamos no show de lançamento do CD da @camaronesguita .Siga no blog: http://sexontheblogbeach.blogspot.com
4 months ago from web
mulletmonstermulletmonster: Valeu a todos da Other Side Alternative. Rolezito do sábado foi massa!!!
4 months ago from MySpace
Sex0nTheBeachSex0nTheBeach: RT @camaronesguita RT @danielmapessoa: @camaronesguita e Sex On The Beach arrebentaram na Casa da Ribeira. Dois shows muito bons!
4 months ago from web
Sex0nTheBeachSex0nTheBeach: 'trabalho' feito. agora é tomar uma cervaja aqui em Natal #calor
4 months ago from web

Resenha: 9o. Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe

The Mullet Monster MafiaOs CarburadoresVendo 147

Segunda Noite.

A segunda noite do campeonato contou com 3 bandas estreantes nos Campeonatos e uma conhecida do público.

A banda de abertura desta noite foi, na verdade, uma one-man band, o Iguan White. Vindo de Itajubá, interior de Minas, o cara toca bateria, guitarra e canta, tudo ao mesmo tempo. Com uma mistura de garage e blues sujo, Iguan White abriu bem a noite com sua música com sotaques do sul dos EUA e seu sotaque do sul de Minas.

Na sequência veio The Mullet Monster Mafia. Uma das mais recentes bandas de surf brasileiras, já começaram mostrando serviço com o EP Power Surf Orchestra (disponível aqui no site da Reverb) e uma faixa em uma coletânea do México, e organizando diversas festas surf em Piracicaba, interior de SP. O show dos caras era muito esperado e empolgou o público. Com a guitarra cheia de reverb, músicas rápidas e um trompete, a banda fez um show que deixou muita gente boquiaberta. Com certeza uma das grandes surpresas deste festival.

Logo após foi a vez dos baianos do Vendo 147. Apesar de ser uma banda instrumental, pouco se vê de surf music no som dos caras. Não que isso possa ser considerado um defeito, já que o show também foi muito bem recebido pelo público. A banda se baseia no peso e na sua grande atração, o clone drum. A banda conta com dois bateristas que tocam a mesma bateria ao mesmo tempo, compartilhando o bumbo, o que deixa os dois cara-a-cara durante todo o show. Destaque para os “clássicos da surf music” que eles tocaram ao fim do show: AC/DC, Motorhead, Metallica, Black Sabbath e vários clássicos do Rock Pauleira, fazendo a galera trocar o Hang Loose pela Manno Cornuda.

Para fechar a noite, os já conhecidos do público de BH e dos Campeonatos, Os Carburadores, cada vez mais entrosados, mostrando sua Surf Music com toques de Rockabilly e Garage (ou seria o contrário?). A banda faz um show muito divertido, intercalando músicas instrumentais com outras com vocais, que fazem a linha ora Rockabilly, ora Garage.

Super Stereo SurfPROAMestre Vieira

Terceira Noite.

A terceira noite do festival (e primeira no Music Hall) contou somente com duas bandas veteranas de Campeonatos e várias bandas com sonoridades bem diferentes do usual.

Quem abriu a noite foi o Terra Celta, com um sotaque bem diferente do usualmente presente nos Campeonatos. Gaita de Foles, Violino e Banjo dividem o palco com Guitarra, Baixo e Bateria.

Em seguida, veio a única banda 100% surf da noite, o Super Stereo Surf, de Brasília. Desfalcados de última hora, a banda se apresentou como um trio e Harrison e Alexandre revesaram entre guitarra e baixo. O show da banda está cada vez melhor. Os caras até arriscaram novas coreografias, apresentando músicas de seu recém-lançado CD ‘Antes do Baile’ e algumas de sua primeira demo.

Em sua quarta participação no Campeonato, o Proa vem cada vez maior. Agora agregaram um trombonista, uma clarinetista e uma acordeonista, que dividiram o  com Daniel, Rodrigo e Trotta e com outra contratação recente da trupe, Pedro Araújo. O som da banda está cada vez com mais identidade e os novos instrumentos casaram muito bem com a proposta da banda, fazendo músicas às vezes bizarras, às vezes com um clima circense, às vezes com influências do Leste Europeu.

Depois foi a vez de Pio Lobatto trazer ao palco Mestre Vieira e os Mestres da Guitarrada, mostrando um estilo musical nativo do Pará, que mescla ritmos indígenase caribenhos com rock dos anos 60, mais notadamente da Jovem Guarda, e que deu origem a vários outros estilos, do Tecno Brega à Lambada. Mestre Vieira faz jus ao título e, depois que subiu ao palco, lá pelo meio do show, fez de tudo com a guitarra: tocou com celular, lata de cerveja, tênis, pente e até cinto.

Mais uma estreante em palcos mineiros, o Gustafi veio de longe. Diretamente da Croácia, a banda também faz um som carregado de sotaque regional, com pitadas de Rock. Em alguns momentos lembra Gogol Bordello, e o show também segue a mesma linha de animação.

Para fechar a noite, uma das maiores bandas do rock brasileiro, Ultraje a Rigor. Tocaram clássico atrás de clássico e, justificando sua escalação para o festival, mandaram várias covers de alguns clássicos da Surf Music, como ‘Miserlou’, ‘Walk, Don’t Run’, ‘Sleepwalk’ e ‘Pipeline’. Fizeram muito marmanjo lembrar da juventude e botaram todo mundo pra dançar (e suar).

Os AmbervisionsThe JordansRetrofoguetes

Quarta noite.

Agora sim, uma noite inteiramente dedicada à Surf Music e afins. Só uma das bandas desta noite estava fazendo sua estreia em Campeonatos, porém, tratava-se de uma estreia de peso. Ninguém menos que The Jordans, os precursores do rock instrumental no Brasil.

O festival foi aberto pelos Ambervisions, de Florianópolis (também conhecidos como Retrofoguetes, de Recife), que se mostraram muito satisfeitos de tocarem mais uma vez em Uberlândia. Estavam tão felizes que, no meio do show, Zimmer, vocalista e telefonista da banda, resolveu passar um trote pro Japão. Misturando toda essa maluquice no palco com o som que costumam chamar de Surf Music Caveira, os Ambervisions fizeram um grande show, que contou com a participação de Bjorn, ex-Go!, na figuração.

Campeões indiscutíveis dos Primeiros Campeonatos Mineiros de Surfe, o Estrume’n'tal (rumo ao deca), fizeram seu nono show em Campeonatos Mineiros de Surfe, ou seja, tocaram nas 9 edições do festival. Agora contando com Paulão no baixo, preenchendo a lacuna deixada há 2 anos por Fredão, a banda mostrou a sua já conhecida surf music porrada.

Logo após vieram os famigerados Retrofoguetes (os originais, de Salvador), com o repertório baseado em seu mais recente CD Chachachá, mas sem deixar de lado algumas das já clássicas músicas do primeiro CD. E tome virtuose, presença de palco e simpatia.

Pela segunda vez no Campeonato, o La Pupuña mostrou sua releitura da guitarrada de Mestre Vieira, mas com influências bem mais evidentes de Surf Music. Fizeram muita gente dançar. E, além das músicas presentes nos cds da banda, mandaram um cover guitarrada de ‘Shake’n'Stomp’, do Dick Dale, em ritmo de guitarrada, que amoleceu as pernas até dos mais radicais.

A penúltima banda merece as mais respeitosas apresentações e reverências. Na ativa desde 1957, o The Jordans tem uma carreira de cair o queixo. Foram a bandacontratada do programa Jovem Guarda, fizeram turnés pela Europa há mais de 40 anos, seus discos foram lançados em vários países e, neste ano, fizeram o que muita gente esperava desde a primeira edição do PCMS. Com todos os integrantes na casa dos 60 anos de idade, fizeram a alegria do público. Desfiaram vários clássicos de seu repertório e versões emocionantes de velhos hits, como ‘Apache’ e ‘Ghostriders in the Sky’, além de músicas que ficaram famosas em suas versões, como ‘Blue Star’ e o ‘Tema de Lara’. Logo depois do show, os próprios músicos das outras bandas assediaram Alladim e seus companheiros para fotos, autógrafos e todo tipo possível de tietagem.

Estrume'n'talDaddy-o Grande & The Dead RocksLa Pupuña

Fechando o Campeonato, em sua segunda aparição nos palcos mineiros, Daddy-O Grande, dos Los Straitjackets, acompanhado pelos Dead Rocks, fez um show emocionante. The Dead Rocks abriram o show tocando algumas de suas músicas e sua versão de ‘O Milionário’. Em seguida, sobe ao palco, de máscara no rosto e DiPinto em punho, Danny Amis, o Daddy-o Grande em pessoa. O repertório desta vez incluiu não só músicas dos Straitjackets, mas contou bem mais com composições de seus dois discos solo, que foram gravados com músicos mexicanos e serviram de estopim não só para esta como para outras turnés internacionais com bandas locais no México, Argentina, Europa e aqui no Brasil.

Confira aqui embaixo várias fotos dos shows do Campeonato.

Resenha: 9o. Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe – Primeiro Dia

DSC03527

Surfadelica na Obra

Infelizmente cheguei atrasado e só consegui pegar o show do Surfadelica. Mas o infelizmente foi só por ter chegado tarde mesmo, já que o show compensou a vinda corrida de SP para BH. O som da banda faz jus ao nome, (vocês são grandinhos e eu não vou falar porque), aqui, o Reverb não é usado só pra destacar a guitarra e fazer com que ela assuma o lugar do vocalista. O Reverb aqui é responsável também por criar climas para as músicas. E a psicodelia toma o lugar também no nome das músicas, que vão de ‘Flowing Through The Purple Sea” a “Surf Me To The Moons Of Saturn”.

Talvez o Surfadelica seja a única banda brasileira a seguir essa linha e é uma banda que vale a pena ouvir o CD e ver o show.

Retrospectiva do Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe, Parte 1

Cartaz1pcms

O Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe – 2000, por Mocotó

A história da Reverb Brasil e do Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe se mistura e segue praticamente lado a lado desde o ano 2000. Em junho de 2000, foi criada a lista de discussão Reverb Brasil e um canal no mIrc. As bandas de Surf Music de todo o Brasil passaram a se corresponder e a trocar figurinhas pela internet. Surgiu aquela necessidade de todo mundo se encontrar e foi bem óbvio pensar em um festival de Surf Music.

Primeiro o pessoal de BH se mobilizou. Me lembro bem quando eu e o Perna, que tocávamos no Frank Simata, fomos na porta da Obra conversar com o cara que, até então, a gente só conhecia como “O baterista do Estrume’n'tal” ou “O dono da Obra”. Levamos uma demo dos Netunos e falamos da idéia do festival. O cara já topou de cara e descolamos as datas. Fomos atrás das bandas, fizemos as propostas, fizemos os cartazes de xerox, camisas de transfer e marcamos o início oficial da divulgação em um show do Marky Ramone que ia acontecer em BH mais ou menos 1 mês antes do Campeonato.

Primeiro foi o sufoco pra conseguir fazer os flyers e cartazes ficarem prontos na hora. A fonte não gravou no CD, a imagem não saiu, o lugar que ia fazer o corte não deu certo, acabamos rodando um dia inteiro de Gurgel pra conseguir fazer os benditos flyers e rumamos pro show. Foi a primeira vez que Belo Horizonte ouviu falar do Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe! E, é claro, ninguém entendeu direito o que estava acontecendo. Eu, o Perna e o Claudão (nessa altura do Campeonato, nosso amigo de infância) ficamos distribuindo os flyers. Alguns riam das nossas camisas (das camisas ou pelos 3 estarem usando camisas iguais?), outros do nome do festival, mas depois começaram a levar fé na coisa.

Depois foi o mês inteiro distribuindo flyers, levando cartazes pra todo lado, boca a boca, e esperando o festival. Diferentemente dos anos seguintes, o festival aconteceu em novembro, aproveitando o feriado de finados.

Foi a primeira vez que grande parte do pessoal da Reverb se viu. De Curitiba vieram os Limbonautas (que tocaram no Psycho Attack Over BH, um ano antes), Kozmic Gorillas e Stanley Dix. Do Rio vieram o Go! e os Netunos. BH foi representada pelo Frank Simata, Estrume’n'tal, thesurfmotherfuckers e Juremas. Foi nessa brincadeira que surgiu uma das tradições do Campeonato, o churrasco no sábado. E foi nesse churrasco que surgiu a ideia de se transformar aquilo ali em uma associação informal de bandas de Surf Music. E a Reverb Brasil, que era só uma lista de internet, passou a ser mais que isso e virou um grupo de amigos divulgando a Surf Music. Mas como a história aqui é do Campeonato e a da Reverb você encontra no site, vamos ao que interessa.

Este Primeiro Campeonato foi tão legal e tão importante pra cena surf brasileira que o festival passou a se chamar Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe e não só Campeonato Mineiro de Surfe.

(Pausa para intervenção divina, enquanto escrevia, o DJ Shuffle me manda Comanche.)

A partir de hoje e até o Nono Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe, que acontece de 18 a 21 de novembro, vamos botar no ar coletâneas com músicas das bandas que tocaram em cada edição.

000VA – Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe (2000)

1- Frank Simata – Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe
2- Go! – Robotic Leisure
3- thesurfmotherfuckers – Private Idaho
4- Estrume’n'tal – Baja
5- Stanley Dix – Giro Magneto Gravitacional
6- Limbonautas – Dick Dale na terra da Ipioca
7- Juremas – Vibrador
8- Netunos – 120
9- Kozmic Gorillas – Surf Panic

Fatos intrigantes do Campeonato.

1- A primeira música a ser tocada pela primeira banda no Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe foi Pipeline, pelo Frank Simata, com direito a um teatro de sombras de um surfista.

2- O Perna pagou a van de Curitiba com o dinheiro de uma guitarra que ele tinha vendido, mas ele conseguiu reaver todo o dinheiro no fim das contas.

3- Todas as bandas ficaram na casa de amigos do pessoal e o churrasco foi na casa de outra amiga, a Tutu. Hotel Bragança? Chique demais pra gente na época.

4- O show do Marky Ramone em que começou a divulgação do Campeonato foi no mesmo lugar que vai hospedar as duas últimas noites do Campeonato deste ano.

5- A música Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe, do Frank Simata, foi feita no último ensaio antes do festival.

6- Uma das condições para o thesurfmotherfuckers tocar era readmitir as Surfetes, suas dançarinas.

7- O Perna e o Mocotó foram buscar o pessoal do Go! na rodoviária fantasiados de Policial de filmes dos anos 70 e cientista maluco, respectivamente.

Primeiro Campeonato

Fotos do Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe (2000)

53 Photos

Los Kanibales Surf Combo: Uma banda, dois shows.

Inaugurando uma nova seção no site da Reverb, vamos começar a colocar aqui algumas resenhas de shows e, quem sabe, de discos também.

E vamos começar em alto estilo, com dois shows de Los Kanibales Surf Combo, que estão em turné brasileira desde o dia 8 de agosto, continuando por aqui até o dia 16. Tive oportunidade de assistir a dois shows da banda, o primeiro no Sesc Santana, em São Paulo, e o segundo na Obra, em Belo Horizonte.

O primeiro show aconteceu no dia 8 de agosto. Quem conhece os Sesc de São Paulo sabe do que se trata. Teatros e palcos profissionais, com iluminação profissional, som top de linha, show no horário e tudo. O público confortavelmente acomodado nas cadeiras acolchoadas do teatro. O único defeito era a falta de um bar vendendo cerveja, mas tudo bem. Achei um lugar bem de frente para o meio do palco, sentei e aproveitei o show. E a banda não decepcionou nem por um segundo. Presença de palco legal, máscaras de lucha libre, repertório pinçado com clássicos do rock em versões em espanhol e pérolas instrumentais de autoria da banda. É uma daquelas bandas em que os caras fazem até parecer fácil tocar bem. A impressão que se tinha era de se estar confortavelmente em casa, assistindo a um DVD ao vivo.

Mas, apesar da perfeição técnica da banda e da casa, o que mais passava pela minha cabeça era “Porra, imagina isso na Obra!”. Pra quem não conhece, A Obra é a casa oficial do Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe, além de ser praticamente a sede da cena Surf de Belo Horizonte, tendo sido palco de shows antológicos como The Supersónicos, do Uruguai, The Tormentos, da Argentina, além da maioria absoluta das bandas de Surf Music brasileiras. E o lugar, bem, é um porão de um prédio, o palco fica a uns 40 cm do chão, e é considerado pela Veja BH como um dos melhores locais de Belo Horizonte para se dançar.

Fui para Belo Horizonte, cheguei no aeroporto às 22:30 e já fui direto pra Obra. Lá, sem combinar, encontrei vários amigos, a galera da Reverb, o pessoal da banda e o Emiliano, da Orleone Records e The Mullet Monster Mafia, responsável pela tour dos caras. Já comecei a resolver o defeito do show anterior e fui aprumando o cérebro para um aproveitamento decente de um show de rock. Enquanto era feita a social, Claudão, o Cangaceiro de Melda, dono da bodega  e baterista do Estrume’n'tal, comanda o som e manda uma seleção de surf music de todo o mundo.

A banda coloca suas máscaras, empunha suas guitarras e começa o show. Pra começar, presença de palco no Sesc e na Obra são duas coisas distintas, e a banda soube aproveitar os dois ambientes. A interação com o público na Obra era constante e alguns solos eram feitos no meio do público (ou aos pés de alguma musa inspiradora que passava por ali no momento). As versões em espanhol das músicas empolgaram a galera, que até cantou algumas no bom e velho portunhol, e as músicas instrumentais, na maioria de autoria da própria banda, fizeram todos dançar. A impressão que ficou é de como se eu estivesse vendo em casa, reunido com os amigos, tomando uma cerveja e vendo um show.

Como hoje recomeça a tour, não perca os próximos shows no Sesc de Presidente Prudente – SP, no Teatro Aberto Tom Jobim, em Araçatuba – SP, no Cemitério de Automóveis, em Londrina – PR e no Bar Ambiental, em Curitiba – PR. Confira na agenda do site mais detalhes dos shows.